Conheça um pouco mais sobre Acromegalia
A acromegalia corresponde a uma desordem debilitante crônica causada por excesso circulante do hormônio do crescimento (GH). Mais de 95% dos casos de acromegalia decorrem de um tumor benigno na hipófise ou glândula pituitária (principal responsável pelo controle hormonal do corpo). O excesso desse hormônio,quando acontece nas crianças ainda em fase de crescimento leva ao gigantismo. Aqui na Paraíba temos um claro exemplo dessa condição. É o caso de Ninão, jovem paraibano morador de Assunção e paciente do Hospital Universitário da UFCG. Atualmente Ninão é considerado o homem mais alto do Brasil com 2,30 metros.
Quando o excesso de GH atinge adultos, desenvolve-se uma condição diferente, chamada Acromegalia. Isso acontece pois os ossos dos adultos já se encontram fundidos e não tem mais a capacidade para crescer em comprimento. O termo acromegalia significa literalmente aumento das extremidades e define de forma clara a apresentação clínica do paciente. As principais manifestações vão ser justamente o aumento de forma grosseira das extremidades do corpo. Assim, ocorre alargamento do nariz, aumento dos lábios, crescimento exagerado da mandíbula, proeminência frontal, separação dos dentes e macroglossia (aumento da língua). Além disso ocorre aumento na quantidade de pêlos corporais, hiperidrose (aumento da secreção de suor) e sintomas decorrentes da compressão de estruturais dentro do crânio (causando dor de cabeça, tonturas e alterações da visão). Além das mudanças externas, os órgãos internos também sofrem com o excesso de GH. Ocorre aumento do tamanho dos órgãos o que pode gerar complicações cardiovasculares no futuro pela dilatação do coração.
O Gigantismo é a expressão da acromegalia em uma fase diferente da vida (infância).
Um caso famoso de acromegalia foi o do poeta francês Maurice Tillet (1903-1954). Para quem não sabe, o personagem do cinema Shrek, foi inspirado em uma máscara mortuária do poeta.
O diagnóstico é feito através da dosagem de hormônios (GH e outros) e com a pesquisa de tumores na hipófise através de ressonância magnética ou tomografia.
A maioria dos casos são curáveis com a cirurgia para retirada do tumor (adenomectomia transesfeinoidal). O acesso do cirurgião à hipófise é através da cavidade nasal. O vídeo abaixo ilustra como é feita a operação.

De acordo com o novo edital de monitoria que entrou em vigor dia 10 de março de 2009, os alunos na UFCG estão impedidos de participarem de mais de um programa institucional simultaneamente. O que pode parecer na teoria uma maneira justa de redistribuição de oportunidades (o que não funciona na prática, já que sobram vagas para monitores) na verdade funciona como uma maneira de limitar a produção científica da instituição de ensino, fazendo com que os discentes acomodem-se na busca de conhecimentos e fiquem restritos ao que lhes é transmitido em sala de aula. No caso dos estudantes de medicina, essa medida é ainda mais injusta, já que é de conhecimento de todos que na maioria das residências do país, 10% da prova corresponde ao currículo do candidato submetido ao processo de seleção. 
O comportamento se altera
Essa última quarta-feira foi um dia não muito comum para mim. Depois de tanto tempo com a cara enfiada nos livros e com a ansiedade de ir para o profissional, colocar em prática os conhecimentos do básico. Eis que surge uma oportunidade de ver a medicina na prática.
Estudantes, vestibulandos, curiosos e até mesmo os próprios
Que letra de médico é feia todo mundo sabe. Agora de onde vem essa tradição da classe médica? Tradição essa que eu, particularmente, acho que já deveria ter sido abolida por não ter nenhuma utilidade e só causar prejuízos. E se tratando de saúde, qualquer descuido pode ser fatal.
A maioria das pessoas com certeza já ouviram histórias do tipo “Fulano teve um infarto e tá com as veias todas entupidas!”. Mas o que causa o infarto? O que obstrui as “veias”? Afinal o que é um infarto mesmo?