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	<title>Substância P</title>
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	<description>O dia-a-dia de um estudante de medicina</description>
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		<title>Conheça um pouco mais sobre Acromegalia</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 14:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Hortiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[acromegalia]]></category>

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		<description><![CDATA[A acromegalia corresponde a uma desordem debilitante crônica causada por excesso circulante do hormônio do crescimento (GH). Mais de 95% dos casos de acromegalia decorrem de um tumor benigno na hipófise ou glândula pituitária (principal responsável pelo controle hormonal do corpo). O excesso desse hormônio,quando acontece nas crianças ainda em fase de crescimento leva ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-96" title="ninao" src="http://substanciap.com/wp-content/uploads/2009/12/zz_Nin_o-225x300.jpg" alt="ninao" width="225" height="300" />A acromegalia corresponde a uma desordem debilitante crônica causada por excesso circulante do hormônio do crescimento (GH). Mais de 95% dos casos de acromegalia decorrem de um tumor benigno na hipófise ou glândula pituitária (principal responsável pelo controle hormonal do corpo). O excesso desse hormônio,quando acontece nas crianças ainda em fase de crescimento leva ao <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gigantismo_pituit%C3%A1rio" target="_blank">gigantismo</a>. Aqui na Paraíba temos um claro exemplo dessa condição. É o caso de <a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI1339250-EI306,00.html" target="_blank">Ninão</a>, jovem paraibano morador de Assunção e paciente do Hospital Universitário da UFCG. Atualmente Ninão é considerado o homem mais alto do Brasil com 2,30 metros.</p>
<p>Quando o excesso de GH atinge adultos, desenvolve-se uma condição diferente, chamada Acromegalia. Isso acontece pois os ossos dos adultos já se encontram fundidos e não tem mais a capacidade para crescer em comprimento. O termo acromegalia significa literalmente aumento das extremidades e define de forma clara a apresentação clínica do paciente. As principais manifestações vão ser justamente o aumento de forma grosseira das extremidades do corpo. Assim, ocorre alargamento do nariz, aumento dos lábios, crescimento exagerado da mandíbula, proeminência frontal, separação dos dentes e macroglossia (aumento da língua). Além disso ocorre aumento na quantidade de pêlos corporais, hiperidrose (aumento da secreção de suor) e sintomas decorrentes da compressão de estruturais dentro do crânio (causando dor de cabeça, tonturas e alterações da visão). Além das mudanças externas, os órgãos internos também sofrem com o excesso de GH. Ocorre aumento do tamanho dos órgãos o que pode gerar complicações cardiovasculares no futuro pela dilatação do coração.</p>
<blockquote><p>O Gigantismo é a expressão da acromegalia em uma fase diferente da vida (infância).</p></blockquote>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-93" title="shrek" src="http://substanciap.com/wp-content/uploads/2009/12/shrek-300x204.jpg" alt="shrek" width="300" height="204" />Um caso famoso de acromegalia foi o do poeta francês Maurice Tillet (1903-1954). Para quem não sabe, o personagem do cinema Shrek, foi inspirado em uma máscara mortuária do poeta.</p>
<p>O diagnóstico é feito através da dosagem de hormônios (GH e outros) e com a pesquisa de tumores na hipófise através de ressonância magnética ou tomografia.</p>
<p>A maioria dos casos são curáveis com a cirurgia para retirada do tumor (adenomectomia transesfeinoidal). O acesso do cirurgião à hipófise é através da cavidade nasal. O vídeo abaixo ilustra como é feita a operação.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="295" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/66M_oyMGqjk&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/v/66M_oyMGqjk&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Projeto Rondon 2009 &#8211; Operação Nordeste-Sul</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 15:44:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Hortiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[defesa]]></category>
		<category><![CDATA[extensão]]></category>
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		<category><![CDATA[rondon]]></category>
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		<description><![CDATA[Recentemente participei do Projeto Rondon fazendo parte da equipe da UFCG na operação Nordeste-Sul. Foram 17 dias de atividades, durante o período de férias, divididos entre Sapé-PB e João Pessoa-PB.
Mas o que é o Projeto Rondon? 
Trata-se de um Projeto de extensão universitária criado pelo Governo Federal e coordenado pelo Ministério da Defesa. O Projeto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente participei do Projeto Rondon fazendo parte da equipe da UFCG na operação Nordeste-Sul. Foram 17 dias de atividades, durante o período de férias, divididos entre Sapé-PB e João Pessoa-PB.</p>
<p>Mas o que é o Projeto Rondon? <img class="alignright size-medium wp-image-73" title="Horta Educativa" src="http://substanciap.com/wp-content/uploads/2009/08/SDC10521-300x225.jpg" alt="Horta Educativa" width="300" height="225" /></p>
<p>Trata-se de um Projeto de extensão universitária criado pelo Governo Federal e coordenado pelo Ministério da Defesa. O Projeto existe desde 1967, quando aconteceu a chamada Operação Zero. No ano de 1989 as atividades foram suspensas e só retornaram em 2005 por pedido da <a href="http://www.une.org.br/" target="_blank">UNE</a>. Desde então vem sendo realizadas duas operações por ano. Sempre no período de férias.</p>
<p>O Rondon tem dois objetivos principais. Um deles, considerado o objetivo primário, é promover a integração social do estudante universitário. O estudante tem a oportunidade de conhecer uma realidade diferente da que vive, compartilhar conhecimento e experiências com uma população que não faz parte do seu convívio diário. Assim, é dado ao estudante uma oportunidade concreta de criar e aprimorar sua visão crítica de como viver em sociedade, além de aplicar na prática os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula. O objetivo secundário é promover o desenvolvimento regional do município atendido pelo Projeto.</p>
<p>Nessa nova fase do Rondon, a partir de 2005, uma nova abordagem foi criada. Viu-se que o modelo antigo, assistencialista, tinha muitas falhas. Pois apesar de promover o desenvolvimento local durante o período em que os Rondonistas (participantes do projeto) estavam em atividade, quando o Projeto terminava, o município voltava a ser o que era. Portanto, atualmente as atividades do Projeto Rondon são voltadas para a capacitação de agentes multiplicadores. De forma que o município seja capaz de dar continuidade às atividades elaboradas pelos Rondonistas.</p>
<p>E como funciona isso?</p>
<p>Bom, como forma de explicar como o Projeto Rondon funciona de forma geral, vou descrever como aconteceu a Operação que participei.</p>
<p>Tudo começa quando o Ministério da Defesa divulga um Edital explicando onde será a Operação e demais detalhes. A partir daí, as universidades interessadas enviam os projetos de atividades. Cada projeto é analisado e no final há uma seleção. As universidades que tiverem seus projetos aprovados irão participar da operação.</p>
<p>No caso da Operação Nordeste-Sul 2009 foram atendidos 20 municípios do Rio Grande do Sul e 24 da Paraíba. As equipes são distribuídas de forma que cada município recebe duas equipes de universidades diferentes. Cada equipe é formada por 6 alunos e 2 professores coordenadores.</p>
<p>A UFCG foi selecionada para o município de Sapé, onde ficou junto da equipe da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP &#8211; Ribeirão Preto. Nossa equipe era a equipe A, responsável pelos temas de saúde, educação, direitos humanos e cultura. A equipe B, composta pelo pessoal da FEA, ficou responsável pelos temas de adminstração, gestão pública, comércio e desenvolvimento sustentável.</p>
<p>Por aqui já da para ter uma idéia da magnitude desse projeto. Só na Paraíba foram 192 Rondonistas de todo o Brasil.</p>
<p>Num próximo post, vou contar mais sobre a minha experiência pessoal como Rondonista.</p>
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		<title>Medidas tomadas pela UFCG revoltam estudantes</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 22:21:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Hortiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes]]></category>
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		<description><![CDATA[De acordo com o novo edital de monitoria que entrou em vigor dia 10 de março de 2009, os alunos na UFCG estão impedidos de participarem de mais de um programa institucional simultaneamente. O que pode parecer na teoria uma maneira justa de redistribuição de oportunidades (o que não funciona na prática, já que sobram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-64" src="http://substanciap.com/wp-content/uploads/2009/08/k0767656-150x150.jpg" alt="proibido" width="150" height="150" />De acordo com o novo edital de monitoria que entrou em vigor dia 10 de março de 2009, os alunos na UFCG estão impedidos de participarem de mais de um programa institucional simultaneamente. O que pode parecer na teoria uma maneira justa de redistribuição de oportunidades (o que não funciona na prática, já que sobram vagas para monitores) na verdade funciona como uma maneira de limitar a produção científica da instituição de ensino, fazendo com que os discentes acomodem-se na busca de conhecimentos e fiquem restritos ao que lhes é transmitido em sala de aula. No caso dos estudantes de medicina, essa medida é ainda mais injusta, já que é de conhecimento de todos que na maioria das residências do país, 10% da prova corresponde ao currículo do candidato submetido ao processo de seleção.  <span id="more-63"></span>Além da lei federal que não permite os estudantes de exercerem estágios hospitalares extracurriculares, esse tipo de proibição vem para reduzir de uma vez por todas qualquer possibilidade de crescimento profissional. Um bom médico será aquele que for capaz de produzir cientificamente, de transpor o que foi aprendido na teoria para a prática e claro, aquele que souber tratar seu paciente de maneira humana. E como isso será conseguido se a própria Universidade, que deveria estimular projetos e programas institucionais, faz questão abolir as chances dos estudantes?</p>
<p>A força contrária a essas medidas também é grande: o movimento estudantil. Porém, nos últimos anos poucos, a comodidade tem prevalecido. Aqueles que buscam questionar o sistema de ensino e suas regras, logo vistos como “do contra” e tachados de brigões. O receio e o conformismo estão fazendo com que uma das classes mais importantes do país tenha sua voz reprimida e seus direitos submetidos a opiniões unilaterais e teoricamente inquestionáveis. Deixo aqui os seguintes questionamentos: até quando vamos aceitar o que não concordamos? Até quando vamos baixar a cabeça e fingir que tudo está bem, quando o que mais queremos é lutar pelos nossos direitos? Até que ponto o medo da exposição e da derrota irá nos limitar? Essas são perguntas que somente a nossa vontade e coragem irão responder.</p>
<p>Camila Queiroz Leite de Lima</p>
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		<title>Algumas verdades sejam ditas.</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 18:16:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Hortiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[ateu]]></category>
		<category><![CDATA[discriminação]]></category>
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		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>

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		<description><![CDATA[No vídeo abaixo, o médico mais famoso do Brasil, Dr. Dráuzio Varella, fala umas boas verdades sobre a discriminação que os não-religiosos sofrem na sociedade brasileira. Seria bom que aqueles que se dizem religiosos começassem a respeitar mais os que não tem a mesma visão deles. Faço minhas as palavras do Dr. Dráuzio.
 
Dráuzio Varella (São Paulo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No vídeo abaixo, o médico mais famoso do Brasil, Dr. Dráuzio Varella, fala umas boas verdades sobre a discriminação que os não-religiosos sofrem na sociedade brasileira. Seria bom que aqueles que se dizem religiosos começassem a respeitar mais os que não tem a mesma visão deles. Faço minhas as palavras do Dr. Dráuzio.</p>
<p> <object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nL4elCXoWyw&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/nL4elCXoWyw&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><strong>Dráuzio Varella</strong> (São Paulo 1 de janeiro de 1943), é um médico oncologista e escritor brasileiro, conhecido por popularizar a medicina em seu país, através de programas de rádio e TV. Foi também um dos fundadores da Universidade Paulista e da Rede Objetivo, onde lecionou química durante muitos anos.</p>
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		<title>Crônica de uma estudante.</title>
		<link>http://substanciap.com/index.php/2007/09/28/cronica-de-uma-estudante/</link>
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		<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 00:50:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Hortiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>

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		<description><![CDATA[
O texto abaixo foi escrito por Camila Queiroz e retrata as experiências pessoais dela enquanto estudante de medicina.
Obrigado Camilinha por contribuir para o blog. =)
É tudo tão difícil. Primeiro, vem o sonho. Você sabe que poucos conseguem realizá-lo, e por uma razão desconhecida, você continua sonhando.
Depois vem uma série de processos, como o questionamento dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://image.bayimg.com/hahliaabe.jpg" align="left" height="222" width="322" /></p>
<blockquote><p>O texto abaixo foi escrito por <a href="mailto:camilaqldl@hotmail.com">Camila Queiroz</a> e retrata as experiências pessoais dela enquanto estudante de medicina.</p>
<p>Obrigado Camilinha por contribuir para o blog. =)</p></blockquote>
<p>É tudo tão difícil. Primeiro, vem o sonho. Você sabe que poucos conseguem realizá-lo, e por uma razão desconhecida, você continua sonhando.</p>
<p>Depois vem uma série de processos, como o questionamento dos outros sobre sua escolha, a expectativa dos pais, e principalmente, aquela perguntinha martelando em sua cabeça : SERÁ QUE VOU CONSEGUIR? Não sabe você que esta será uma pergunta constante durante o restante de sua vida.</p>
<p>Aí começam as renúncias, que se extendem desde festas e passeios, até falta de atenção a família, amigos, namorado&#8230;mas você renuncia. Ou não. No final das contas todos nós podemos escolher, e é justamente quando o cansaço bate, quando a mente está já tão cheia de informações que você não consegue aprender mais nada (mas não larga o livro), quando todos reclamam que você está estressado, é que a escolha é feita. Você poderia seguir pelo caminho mais fácil, curtir toda sua juventude intensamente, viver pra você e pro mundo, mas não, você segue sonhando; isso claro, quando dá tempo, porque são muitos os dias em que se tem que ficar acordado, estudando até tarde, e tendo que acordar cedo, pois não deixam mais entrar os alunos depois da 7 e meia na sala de aula.<span id="more-51"></span></p>
<p>O tempo passa. A vida continua. Mas será que sua vida é mais do que viver em cima de apostilhas, viver assistindo aula, e deixando de lado as pessoas que mais você ama? Essa é outra pergunta que, com certeza, depois de certo momento, vai te acompanhar.</p>
<p>Chega o tão esperado dia, pelo qual você vem se preparando a meses. E agora? É agora, na verdade. Uma prova vai decidir seu destino: ou você é o sorteado na loteria ( porque claro, não é 100% esforço e inteligência) ou você é jogado na jaula novamente e com fome. Com muita fome. Mas onde estão os leões? Será que estão no passado? Logo você vê que não, que eles ainda estão por vir, e o pior de tudo, são dos grandes. Sua fome, no entanto é saciada: mais conhecimento, mais sabedoria. E você que achava que havia se livrado das noites em claro, ah, engano seu. Agora é que elas começam realmente e dessa vez bem mais frequentes. A ausência aumenta. Você agora, tem que modificar toda sua vida. Muda-se de cidade, mora com pessoas totalmente desconhecidas, tem que aprender a se virar de todo jeito, porque é assim, ou você aprende, ou aprende.</p>
<p>As renúncias também continuam, porém agora doem mais. Acho que é porque  você vê de repente, que não tem mais jeito, sua adolescência está passando e você quer, mas não pode, porque não dá tempo, agarrá-la. Seus amigos agora <img src="http://image.bayimg.com/hahlnaabe.jpg" align="right" height="279" width="288" />são outros; você também não entende porque eles não são como os de antigamente. O medo sim, este torna-se seu amigo. Medo de fracassar, de ter chegado tão longe mas sem saber direito para onde ir&#8230;a vontade de chorar que às vezes bate, mas agora você já é quase adulto, e tem que ser forte, afinal, não foi assim que te disseram, você deve ser forte sempre. O resto é manha. Mas você não tem esse direito? Os últimos anos foram de coragem e de batalhas, batalhas estas que nunca acabam e vão ficando cada vez mais difíceis. Cada vez mais perguntas surgem : quais as enzimas da glicólise? Devo ir para aquela festa? Qual o nome daquele giro? E onde estão meus pais? O que causa o infarto? ONDE É QUE EU ESTOU E PRA ONDE ESTOU INDO??? São tantos questionamentos, tantas dúvidas&#8230;devia ter um dicionário. Porque ninguém te diz o que você vai encontrar ou como vai ser. Mesmo assim você continua, afinal isso tem que fazer sentido.</p>
<p>Você vê as pessoas morrendo, as pessoas matando, as pessoas sofrendo&#8230;e você sabe que se não conseguir, você que vai sofrer, o sonho não será realizado, e me diz, COMO É QUE VOCÊ SERIA CAPAZ DE DEIXAR ISSO FUGIR DO SEU CORAÇÃO??? Não, isso não pode acontecer, pois há um motivo bem maior do que você imagina: sua vida agora é essa. Apesar de ela ser repleta de desconfiança, insegurança, ela é cheia de sonhos mais que a vida de muitos. E ela agora é a vida também de outras pessoas. E você ama tanto tudo aquilo, ama ter que acordar cedo, ama encontrar as mesmas pessoas todos os dias, ama porque não tem tempo para si, ama, ama, ama&#8230;ama de um jeito que não valeria mais a pena viver se isso tudo não existisse. De vez em quando agradece a Deus por ter conseguido, obrigada meu Deus!!!!!! Você realmente conseguiu e isso, mas uma boa dose de paciência e dedicaçao, vai te levar até onde você sempre quis chegar: no dom de doar a vida pra salvar a vida de outra pessoa. Já é o bastante. Já é gratificante o suficiente pra você saber disso. Existe uma estrada pela frente, e o amor e a fé te movem.</p>
<p>Você, por incrível que pareça, se encontra justamente naquilo que te fez sentir tantas vezes perdido. Mas é assim. Foi uma escolha e a melhor escolha que se possa imaginar. Algo que realmente te engrandece . É perfeito até quando parece ser cheio de defeitos. Mas você sente que não, isso é realmente perfeito e incrível&#8230; e por isso você segue, passando por obstáculos, desilusões, mas segue&#8230; é sua vida, a medicina que você ama incondicionalmente.</p>
<p>Camila Queiroz</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como um médico deve agir.</title>
		<link>http://substanciap.com/index.php/2007/09/25/como-um-medico-deve-agir/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 22:06:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Hortiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>

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		<description><![CDATA[O texto abaixo é um relato de caso clínico que mostra o que acontece na nossa realidade e expõe exemplos a serem seguidos e outros não.
O comportamento se altera
Uma senhora branca, viúva, de 90 anos, previamente sadia e sem uso regular de fármacos inicia alterações comportamentais e agitação psicomotora. Ela mora em seu apartamento próprio, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>O texto abaixo é um relato de caso clínico que mostra o que acontece na nossa realidade e expõe exemplos a serem seguidos e outros não.</p></blockquote>
<p><img src="http://image.bayimg.com/hahjbaabd.jpg" align="left" height="184" width="184" />O comportamento se altera</p>
<p>Uma senhora branca, viúva, de 90 anos, previamente sadia e sem uso regular de fármacos inicia alterações comportamentais e agitação psicomotora. Ela mora em seu apartamento próprio, é financeiramente independente (tem 3 filhos, cada um com sua família e apenas um morando na mesma cidade) e tem duas acompanhantes que se revezam. Numa das visitas à mãe, um dos filhos nota que ela está se comportando estranhamente, além de não reconhecê-lo, algo que jamais havia ocorrido. Um clínico é chamado para uma visita domiciliar.<span id="more-50"></span></p>
<p>Alterações comportamentais de início agudo, principalmente se associadas a agitação psicomotora, são clássicas da síndrome do delirium, um desarranjo no funcionamento cerebral superior que conhece várias etiologias. Em muitas situações existe uma alteração primária fora do sistema nervoso (infecção, distúrbio hidro-eletrolítico, uso de fármacos, por exemplo) que acaba comprometendo a função neuronal. É claro que a síndrome do delirium pode se instalar sobre situações neurológicas bem definidas (doença de Parkinson, doença de Alzheimer, para citar algumas), mas é essencial que se reconheça que doenças outras que não as neurológicas e psiquiátricas podem levar ao quadro. Poucas situações pedem por uma avaliação clínica tão abrangente quanto a de uma pessoa com a esta síndrome.</p>
<p>O clínico medica</p>
<p>O clínico visita a senhora e prescreve olanzapina. O uso de neurolépticos em uma pessoa com alterações comportamentais é uma tentação difícil de resistir. Haloperidol e clorpromazina, os nomes tão clássicos da primeira geração dessas drogas, logo vêem à mente. Seus benefícios são bem documentados, mas seus efeitos colaterais bem conhecidos (principalmente parkinsonismo e alterações cardíacas) sempre refreiam seu uso. Principalmente em pessoas idosas e de maior poder aquisitivo, fica-se muito tentado a prescrever um neuroléptico mais novo, como risperidona, olanzapina ou quetiapina.</p>
<p>Esses últimos fármacos foram desenvolvidos na esperança de melhorarem os chamados sintomas negativos da esquizofrenia (principalmente o isolamento social), uma vez que os sintomas positivos (as alucinações e delírios) já eram bem controlados pelos de primeira geração. Acreditava-se, até pouco tempo atrás, que essas drogas ofereciam um grau de segurança muito maior (em termos de efeitos colaterais), um pensamento que começa a cair por terra (NEJM 2006;355:1525). O uso hoje de neurolépticos de última geração precisa ser pensado caso a caso, sempre lembrando de seu alto custo. Uma situação em que eles, principalmente a olanzapina, encontram um nicho bem definido é no tratamento das alucinações de pacientes com algumas síndromes Parkinson mais (como a demência dos corpos de Lewy), em que as drogas de primeira geração são muito mal toleradas. De qualquer maneira, o uso de um neuroléptico nesta senhora, sem qualquer outra ação, significa que o médico abdicou de fazer um diagnóstico etiológico e está satisfeito em medicar sintomaticamente, algo que até pode ser feito; mas não será ainda muito cedo para isto?</p>
<p>Não há qualquer melhora</p>
<p>Um neurologista então é chamado e decide pela hospitalização. Hospitalizar uma pessoa com vistas a centralizar as investigações diagnósticas pode ser uma estratégia útil. Entretanto, é preciso evitar a hospitalização que só traz benefícios para o médico. De qualquer forma, se existe um fator de risco bem conhecido para o desencadeamento de uma síndrome do delirium numa pessoa idosa, este é a hospitalização.</p>
<p>As investigações e a prescrição de alta</p>
<p><img src="http://image.bayimg.com/hahjkaabd.jpg" align="left" height="227" width="244" />Durante a hospitalização, as investigações consistem em hemograma, bioquímica básica, urina EAS, urocultura e radiografia de tórax, todos normais. É solicitada uma avaliação cardiológica (exame físico e ECG) que também nada revela. A senhora então recebe alta com prescrição de risperidona e sem explicação sobre o que está acontecendo. Observe que voltamos ao patamar anterior: tratamento sintomático de uma síndrome do delirium, sem qualquer idéia da etiologia. Isto certamente pode acontecer, mas continue acompanhando o desenrolar da história.</p>
<p>O quadro se exacerba</p>
<p>Em casa, a situação se deteriora: a agitação aumenta. Contactado por telefone, o neurologista orienta reinternação: “procurem o plantão”. A senhora é internada novamente, para outro neurologista.</p>
<p>Isto não está bem. Temos uma senhora com síndrome do delirium, de etiologia desconhecida, nitidamente não respondendo a neurolépticos de última geração (até agora, olanzapina e risperidona), reinternada, e para outro neurologista que, agora, será o terceiro médico a vê-la.</p>
<p>Este último profissional solicita uma TC craniana que revela grande processo expansivo comprometendo lobos frontal, temporal e parietal à esquerda, com leve efeito de massa, notável sobre o corno anterior do ventrículo lateral esquerdo, com grande probabilidade de neoplasia maligna primitiva. Comenta com a família que “não há nada a fazer”, a não ser a internação para uma instituição para pacientes terminais. A família não concorda com esta indicação e o profissional dá alta com prescrição de dexametasona, 12 mg/dia.</p>
<p>Em casa, a agitação se torna ainda mais intensa, a ponto de fazer com que vizinhos perguntem o que está acontecendo. Contactado pelo telefone, o último neurologista orienta: “dê um comprimido de gardenal de 100.” Ao comparecer à farmácia, o filho descobre que este medicamento só é vendido com receita médica!</p>
<p>A família se sente perdida</p>
<p>Observe que existem razões para isso:</p>
<p>O primeiro médico (clínico) não fez mais contato para saber sobre a evolução da senhora; e isto após uma prescrição<img src="http://image.bayimg.com/hahjcaabd.jpg" align="right" height="188" width="250" /> de olanzapina! Jamais se prescreve um neuroléptico sem se acompanhar a evolução. Mesmo que a família não dê notícias, é obrigação do médico se informar.<br />
O segundo médico (neurologista) não fez o diagnóstico etiológico (síndrome do delirium associada a um tumor cerebral) que, por acaso, era essencialmente neurológico. Prescreveu uma droga (risperidona) do mesmo grupo de outra (olanzapina) que já não havia funcionado (será que ele sabia desse uso prévio?). Nunca visitou a senhora na segunda hospitalização (que foi no mesmo hospital) e nunca mais fez contato com a família.<br />
O terceiro médico (neurologista) fez o diagnóstico etiológico, orientou a instituição para pacientes terminais (será que sabe a razão pela qual a família não concordou?), deu alta com prescrição de dexametasona (presumivelmente para redução do edema cerebral associado), sem indicação de tempo de tratamento nem prazo para reavaliação, e finalmente, quando consultado por telefone, prescreveu fenobarbital, para o qual sabia da exigência de receita.<br />
Por mais que a família possa ter sua parcela de responsabilidade (e certamente tem) por esses encontros tão cheios de problemas, não há como isentar os médicos.</p>
<p>O quarto médico</p>
<p>Um outro clínico é chamado para uma visita domiciliar. A pessoa que solicita a visita diz que o médico encontrará a senhora com a empregada. Isto não é bom, e indica muito sobre o comportamento da família. Como é possível que não haja nenhum parente presente num caso assim? O médico exige a presença de um parente como condição para a visita.</p>
<p>A história</p>
<p>Na visita, a nora da paciente conta a história: vida saudável, com filho falecido de tuberculose pulmonar há 2 anos, e acidente cerca de 1 mês antes do início do quadro atual, em que foi arranhada por cachorro. Os sinais vitais estão preservados e, incrivelmente, está aceitando alimentação e as funções excretoras estão preservadas. A TC craniana mostra os achados já descritos.</p>
<p>A ação</p>
<p>O médico identifica a cuidadora principal (uma das empregadas), avalia seu potencial, explica o que está acontecendo, suspende dexametasona e inicia haloperidol gotas, após explicar que o número de gotas e o espaçamento entre elas acontecerão de acordo com a resposta. Agenda visita de acompanhamento, diária, até definição do resultado (que é alcançado em 48 horas, prazo em que a agitação cede completamente, com a dose de 4 gotas 4 vezes ao dia). No dia seguinte ao da visita domiciliar, a família é convocada ao consultório onde os seguintes passos são dados:</p>
<p>Explica o que está acontecendo: uma síndrome do delirium por um provável tumor cerebral.<br />
Explica que certeza sobre o tumor cerebral só com uma biópsia para obtenção de algum tecido.<br />
Explica que o contato prévio com um caso de tuberculose (filho) a coloca em risco de ter contraído a infecção.<br />
Explica que a tuberculose encefálica pode simular um tumor.<br />
Explica que o acidente com o cachorro pode ter transmitido uma infecção: raiva (caso em que o achado radiográfico não teria relação com a clínica atual) e abscesso cerebral são possibilidades.<br />
Pergunta sobre o paradeiro do cachorro: está vivo e normal. Descarta raiva.<br />
Pede autorização para consultar um especialista em imagens para tentativa de definição do diferencial: tumor, tuberculose, abscesso e possível necessidade de investigações adicionais.<br />
Responde a dúvidas gerais da família.<br />
A esperança de uma outra opção diagnóstica não se concretiza</p>
<p>O contato com 2 imagenologistas especializados em sistema nervoso descarta outras possibilidades que não o tumor. Os colegas dizem que não há outro exame de imagem disponível que possa dar mais informações. Certamente só a biópsia seria definitiva, mas todos concordam que seria muito agressiva e com baixa probabilidade de alterar a história neste contexto. A família é comunicada e todos concordam com o acompanhamento em casa. A paciente está em paz, sem qualquer agitação e, surpreendentemente, aceitando alimentação e hidratação oral normalmente. No entanto, não é capaz de se comunicar com conteúdo. Fala algumas coisas e mantém controle esfincteriano. Os sinais vitais não se alteraram e ela alterna os dias entre a cama e a poltrona. Segue comandos durante o banho. O médico forja uma aliança cada vez maior com a cuidadora e família (telefonemas e visitas pontuais), preparando-os para o desenlace. Desde que se alcançou controle total da agitação, a dose de haloperidol vem sendo diminuída. No mesmo dia da última visita a paciente falece. O médico faz a última visita, preenche a declaração de óbito, é convidado a escolher com a família a urna funerária (naturalmente declina desta participação, explicando que se trata de uma escolha muito pessoal), e escuta da cuidadora: “ela morreu na minha mão.”</p>
<p>A última tarefa</p>
<p>Uma semana após, o médico escreve uma carta de condolências, um fecho para o caso que acompanhou.</p>
<p><strong>Este caso leva a várias reflexões, mas acima de tudo, à necessidade imperiosa de que cada paciente se sinta acompanhado por um médico, um médico de referência, seu médico pessoal. Se houver uma doença bem definida pertencente claramente a uma especialidade, o especialista pode naturalmente ser este médico, mas desde que se comporte como um médico em plenitude. Não deixa de ser irônico que nesta situação, com um diagnóstico essencialmente neurológico, dois especialistas não tenham conseguido estabelecer um vínculo de confiança, base para qualquer prática médica.</strong></p>
<p>(O texto foi retirado do site www.medicinaatual.com.br)</p>
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		<title>Alívio</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Sep 2007 18:14:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Hortiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[finais]]></category>
		<category><![CDATA[provas]]></category>

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		<description><![CDATA[Só para continuar o último post e dizer que eu passei por média em tudo =) e já estou de férias!
Obrigado aos que torceram por mim.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Só para continuar o último post e dizer que eu passei por média em tudo =) e já estou de férias!</p>
<p>Obrigado aos que torceram por mim.</p>
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		<title>Final ou Finais&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 04:03:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Hortiz</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enfim estou chegando perto do meu merecido descanso. Amanhã (na verdade hoje, daqui a algumas horas, mas como pra mim o dia só passa quando eu durmo ainda é amanhã) é a última prova do período, a segunda prova de neuroanatomia. Se tudo der certo e eu passar por média, daqui a algumas horas estarei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enfim estou chegando perto do meu merecido descanso. Amanhã (na verdade hoje, daqui a algumas horas, mas como pra mim o dia só passa quando eu durmo ainda é amanhã) é a última prova do período, a segunda prova de neuroanatomia. Se tudo der certo e eu passar por média, daqui a algumas horas estarei oficialmente de férias!</p>
<p>Ufa&#8230; esse período foi o mais puxado e corrido até agora, coisa pra caramba. O que me consola é saber que só falta mais um pra chegar no Profissional e que o quarto período não é tão pesado assim.</p>
<p>Só que nada é tão fácil assim, pra que isso aconteça preciso me dar bem na prova de amanhã e tô esperando uma nota de embriologia que é totalmente imprevisível, é como jogar na loteria, e isso porque só preciso tirar 3,5 nela.</p>
<p>Torçam por mim, porque quanto mais tempo de férias mais tempo dedicarei ao blog e mais matérias interessantes irão aparecer por aqui. É como <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0004-27302001000300004" title="O que é isso?" target="_blank">transdução de sinal</a>, uma cascata de reações.</p>
<p>PS.: Se não ocorrer como o planejado, terei mais uma semana pra fazer as provas finais&#8230;uma semana a menos de férias =(</p>
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		<title>Ajude a divulgar a lista brasileira de equipamentos e serviços compatíveis com Linux</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 02:21:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Hortiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;e concorra a MP4 e MP3 players, mochilas Targus, períodos de VoIP grátis e até a ventiladores USB &#8211; além de contribuir automaticamente para doações para a Wikipedia e o Wordpress! O BR-Linux coletou mais de 12.000 registros de compatibilidade de equipamentos e serviços (webcams, scanners, notebooks, &#8230;) na sua Pesquisa Nacional de Compatibilidade 2007, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;e concorra a MP4 e MP3 players, mochilas Targus, períodos de VoIP grátis e até a ventiladores USB &#8211; além de contribuir automaticamente para doações para a Wikipedia e o Wordpress! O <a href=http://br-linux.org>BR-Linux</a> coletou mais de 12.000 registros de compatibilidade de equipamentos e serviços (webcams, scanners, notebooks, &#8230;) na sua <a href="http://br-linux.org/linux/pesquisa-hardware">Pesquisa Nacional de Compatibilidade 2007</a>, e agora convida a comunidade a ajudar a divulgar o resultado. Veja as <a href=http://br-linux.org/linux/divulgar-compatibilidade>regras da promoção</a> no BR-Linux e ajude a divulgar &#8211; quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux à Wikipedia e ao Wordpress.</p>
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		<title>Você sabia? #1</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 23:38:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Hortiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Que a medula espinhal é responsável por uma boa parte do controle sensitivo e motor do organismo?
A medula não se trata apenas de uma via de condução para impulsos nervosos até o encéfalo. Muito mais que isso, ela tem centros de controles autônomos importantes. Esses neurônios medulares controlam por exemplo: intensidade de contração muscular, reflexo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que a medula espinhal é responsável por uma boa parte do controle sensitivo e motor do organismo?</p>
<p>A medula não se trata apenas de uma via de condução para impulsos nervosos até o encéfalo. Muito mais que isso, ela tem centros de controles autônomos importantes. Esses neurônios medulares controlam por exemplo: intensidade de contração muscular, reflexo de coçar, reflexo dos movimentos de caminhar e galope, sudorese e controle da pressão arterial.</p>
<p>Além dessa funções, a medula espinhal também recebe constantemente impulsos originados de variados receptores distribuídos pelo organismo. Esses receptores informam &#8220;ao vivo&#8221; estado de tensão dos músculos, comprimento muscular, posição das articulações, entre outros.</p>
<p>Portanto, não menospreze a medula <img src='http://substanciap.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  .</p>
]]></content:encoded>
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