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	<title>Substância P &#187; Medicina</title>
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	<description>O dia-a-dia de um estudante de medicina</description>
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		<title>Conheça um pouco mais sobre Acromegalia</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 14:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Hortiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[acromegalia]]></category>

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		<description><![CDATA[A acromegalia corresponde a uma desordem debilitante crônica causada por excesso circulante do hormônio do crescimento (GH). Mais de 95% dos casos de acromegalia decorrem de um tumor benigno na hipófise ou glândula pituitária (principal responsável pelo controle hormonal do corpo). O excesso desse hormônio,quando acontece nas crianças ainda em fase de crescimento leva ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-96" title="ninao" src="http://substanciap.com/wp-content/uploads/2009/12/zz_Nin_o-225x300.jpg" alt="ninao" width="225" height="300" />A acromegalia corresponde a uma desordem debilitante crônica causada por excesso circulante do hormônio do crescimento (GH). Mais de 95% dos casos de acromegalia decorrem de um tumor benigno na hipófise ou glândula pituitária (principal responsável pelo controle hormonal do corpo). O excesso desse hormônio,quando acontece nas crianças ainda em fase de crescimento leva ao <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gigantismo_pituit%C3%A1rio" target="_blank">gigantismo</a>. Aqui na Paraíba temos um claro exemplo dessa condição. É o caso de <a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI1339250-EI306,00.html" target="_blank">Ninão</a>, jovem paraibano morador de Assunção e paciente do Hospital Universitário da UFCG. Atualmente Ninão é considerado o homem mais alto do Brasil com 2,30 metros.</p>
<p>Quando o excesso de GH atinge adultos, desenvolve-se uma condição diferente, chamada Acromegalia. Isso acontece pois os ossos dos adultos já se encontram fundidos e não tem mais a capacidade para crescer em comprimento. O termo acromegalia significa literalmente aumento das extremidades e define de forma clara a apresentação clínica do paciente. As principais manifestações vão ser justamente o aumento de forma grosseira das extremidades do corpo. Assim, ocorre alargamento do nariz, aumento dos lábios, crescimento exagerado da mandíbula, proeminência frontal, separação dos dentes e macroglossia (aumento da língua). Além disso ocorre aumento na quantidade de pêlos corporais, hiperidrose (aumento da secreção de suor) e sintomas decorrentes da compressão de estruturais dentro do crânio (causando dor de cabeça, tonturas e alterações da visão). Além das mudanças externas, os órgãos internos também sofrem com o excesso de GH. Ocorre aumento do tamanho dos órgãos o que pode gerar complicações cardiovasculares no futuro pela dilatação do coração.</p>
<blockquote><p>O Gigantismo é a expressão da acromegalia em uma fase diferente da vida (infância).</p></blockquote>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-93" title="shrek" src="http://substanciap.com/wp-content/uploads/2009/12/shrek-300x204.jpg" alt="shrek" width="300" height="204" />Um caso famoso de acromegalia foi o do poeta francês Maurice Tillet (1903-1954). Para quem não sabe, o personagem do cinema Shrek, foi inspirado em uma máscara mortuária do poeta.</p>
<p>O diagnóstico é feito através da dosagem de hormônios (GH e outros) e com a pesquisa de tumores na hipófise através de ressonância magnética ou tomografia.</p>
<p>A maioria dos casos são curáveis com a cirurgia para retirada do tumor (adenomectomia transesfeinoidal). O acesso do cirurgião à hipófise é através da cavidade nasal. O vídeo abaixo ilustra como é feita a operação.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="295" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/66M_oyMGqjk&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/v/66M_oyMGqjk&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>O curso de medicina em poucas palavras</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Aug 2007 06:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Hortiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[estudante]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudantes, vestibulandos, curiosos e até mesmo os próprios calouros de medicina geralmente têm muitas dúvidas a respeito do curso. Talvez por não existir muita informação disponível para quem está de fora da faculdade, ou pela diferença de grades entre as diversas faculdades brasileiras. Eu tive a experiência de entrar na faculdade de medicina um pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://image.bayimg.com/oagioaabi.jpg" title="Removing Gloves, Oil on Canvas, 20 inches by 16 inches, By Joe Wilder, M.D., Dartmouth College '42 (1920-2003)" alt="Removing Gloves, Oil on Canvas, 20 inches by 16 inches, By Joe Wilder, M.D., Dartmouth College '42 (1920-2003)" align="left" height="255" width="201" />Estudantes, vestibulandos, curiosos e até mesmo os próprios <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Calouro" title="Calouro/fera/bixo tudo a mesma coisa." target="_blank">calouros</a> de medicina geralmente têm muitas dúvidas a respeito do curso. Talvez por não existir muita informação disponível para quem está de fora da faculdade, ou pela diferença de grades entre as diversas faculdades brasileiras. Eu tive a experiência de entrar na faculdade de medicina um pouco cego sobre como funciona um curso universitário e sabia menos ainda sobre o curso médico em si.</p>
<p>O que aprendi com o tempo é que só fazendo parte do &#8220;negócio&#8221; se tem um completa dimensão de como tudo é organizado.<span id="more-32"></span></p>
<p>Vale a pena lembrar que a maioria das dúvidas que tentarei esclarecer eram dúvidas que eu mesmo tinha ao entrar no curso e que acredito que a maioria dos calouros de medicina também tenham. (As informações podem variar de acordo com a faculdade).</p>
<p>O curso de medicina é dividido em três partes: básico, profissional e internato.</p>
<p>No <em>básico</em> estudamos as disciplinas teóricas fundamentais da medicina como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fisiologia" title="Wiki it!" target="_blank">fisiologia</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Patologia" title="Wiki it!" target="_blank">patologia</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anatomia" title="Wiki it!" target="_blank">anatomia</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Biochemistry" title="Wiki it!" target="_blank">bioquímica</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Farmacologia" title="Wiki it!" target="_blank">farmacologia</a> etc. Geralmente essas disciplinas são pagas junto com os demais cursos da área de saúde num campus coletivo. No caso da <a href="http://www.ufcg.edu.br" title="Universidade Federal de Campina Grande" target="_blank">UFCG</a>, onde estudo, como na <a href="http://www.ccbs.ufcg.edu.br/" title="Centro de Ciências Biológicas e da Saúde." target="_blank">área de saúde</a> só existe o curso de medicina por enquanto, temos exclusividade com os professores.</p>
<p>São dois anos com carga horária integral, aulas pela manhã e à tarde, todos os dias da semana (excluindo o fim de semana, claro).  É no básico que iremos criar a  nossa base teórica para a prática médica e é esta base que vai diferenciar um médico de verdade de um mero técnico. Como costuma dizer um dos meus professores: &#8220;o básico é o alicerce da sua formação médica, faça um bom alicerce que os próximos passos terão onde se apoiar. Um alicerce fraco fará seu prédio desabar&#8221;</p>
<p>Durante esses dois primeiros anos temos pouco contato com a prática clínica. Por essa razão muitos estudantes se frustram com o curso, pois acham que não estão &#8220;estudando para ser médico&#8221;. É comum ouvir os calouros reclamando pelos corredores &#8220;Eu vou ser médico, não bioquímico, isso não vai servir para nada!&#8221;. Coisa de calouro mesmo.</p>
<p>A próxima etapa é o <em>profissional</em>. Agora nos mudamos para o Hospital Universitário e é aqui que começamos a nos sentir médicos de verdade.</p>
<p>A disciplina cartão-de-visita do curso profissional é a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Semiologia_%28m%C3%A9dica%29" title="Wiki it!" target="_blank">semiologia</a>. Nela se aprende &#8220;como ser um médico&#8221;. A partir de agora já se tem contato com os pacientes, estuda-se as diversas práticas clínicas e cirúrgicas. Pagamos as disciplinas médicas propriamente ditas como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cardiologia" title="Wiki it!" target="_blank">cardiologia</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pneumology" title="Wiki it!" target="_blank">pneumologia</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Endocrinologia" title="Wiki it!" target="_blank">endocrinologia</a> etc. É no profissional que seremos formados futuros médicos generalistas.</p>
<p>Após dois ou três anos de profissional (dependendo da faculdade) vem o <em>internato.</em> Nessa fase do curso o estudante irá colocar em prática tudo que aprendeu durante esses duros anos de faculdade. Variando entre um a dois anos de duração, o internato consiste em um rodízio de especialidades médicas básicas, geralmente <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pediatria" title="Wiki it!" target="_blank">pediatria</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cirurgia" title="Wiki it!" target="_blank">cirurgia</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ginecologia_e_obstetr%C3%ADcia" title="Wiki it!" target="_blank">ginecologia e obstetrícia </a>e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Internal_medicine" title="Wiki it!" target="_blank">clínica médica</a>. O aluno treina em plantões supervisionado por professores ou residentes do hospital.</p>
<p>Se o aluno planeja ser um médico generalista e ele conseguir passar por todas essas etapas, parabéns, agora é só comprar a beca e esperar pela formatura!</p>
<p>Mas se o aluno tem a pretensão de se tornar um especialista, não há tempo para descanso. O pior ainda está por vir, a prova de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Resid%C3%AAncia_m%C3%A9dica" title="Wiki it!" target="_blank">residência</a>. Mas isso será assunto de um próximo post.</p>
<p><em>P.S.: essas informações são válidas para a UFCG, podendo variar em relação a outras faculdades, no entanto maioria segue esse padrão com pequenas alterações no currículo.</em></p>
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		<title>Estetoscópio, esse troço funciona mesmo?</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Aug 2007 19:15:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Hortiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[estetoscópio]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando pensamos em um médico, que imagem nos vem à cabeça? Provavelmente a imagem mais comum que temos é a daquela pessoa vestida de jaleco branco com um estetoscópio no pescoço. Mas afinal por que o médico anda com esse instrumento pendurado no pescoço para cima e para baixo? Aquilo ali realmente funciona? Ou ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://image.bayimg.com/magpoaabd.jpg" alt="Estetoscópio 1" align="left" height="199" width="199" />Quando pensamos em um médico, que imagem nos vem à cabeça? Provavelmente a imagem mais comum que temos é a daquela pessoa vestida de jaleco branco com um estetoscópio no pescoço. Mas afinal por que o médico anda com esse instrumento pendurado no pescoço para cima e para baixo? Aquilo ali realmente funciona? Ou ele só quer ouvir se nosso coração está batendo mesmo? Esse texto vai tentar responder uma parte da curiosidade que temos a respeito do instrumento de uso médico mais comum, o estetoscópio.</p>
<p><span id="more-18"></span></p>
<p>Estetoscópio, do grego &#8220;Exame (scópio) do peito (estetos)&#8221;, é um instrumento acústico que auxilia o médico a auscultar (sim, a palavra correta é &#8220;ausculta&#8221;, quando se fala de exame médico) os ruídos internos do corpo humano, tais como ventilação pulmonar, batimentos cardíacos, movimentos intestinais além de ruídos fetais.</p>
<p>Ao contrário do que podem pensar a maioria dos leigos, o estetoscópio não amplifica os sons captados. Seu mecanismo se baseia em canalizar o som de forma pura desde sua fonte até o ouvido. Impedindo ao máximo interferências externas e perdas acústicas que o som poderia sofrer no trajeto até o ouvido. Ou seja, ouvir os sons do coração com o estetoscópio não difere em nada de ouvir os mesmos sons encostando o ouvido no peito do paciente. Então se o estetoscópio não amplifica nada, para que ele serve?</p>
<blockquote><p>Apenas auscultando o coração, ou outro orgão como pulmões, é possível predizer o diagnóstico de inúmeras alterações cardiovasculares</p></blockquote>
<p>A resposta para essa pergunta pode parecer estranha mas é simples. Serve para afastar o médico do seu paciente.</p>
<p>Isso mesmo.</p>
<p>Criando assim, uma situação mais confortável e higiênica entre médico e paciente. Essa distância é imprescindível na relação médica, pois evita a disseminação de doenças infecto-contagiosas. Imagine como seria desagradável se a cada consulta o médico precisasse encostar o ouvido em seu peito várias vezes e em locais diferentes. Isso criaria nos pacientes uma certa aversão ao consultório médico. Foi com o intuito de evitar isso que os médicos passaram a utilizar o estetoscópio.</p>
<p>Inventado na França em 1816 por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rene_Theophile_Hyacinthe_Laennec" target="_blank">René-Théophile-Hyacinthe Laennec</a>, primeiramente como um simples <a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f0/H%C3%B6rrohr_Stethoskop_Meyers_1890.jpg" title="Semelhante a esse." target="_blank">cone de madeira</a>, semelhante à boca um trompete, em que se posicionava a abertura maior do cone na área do paciente a ser auscultada e a outra ponta no ouvido do médico. Mas foi só em 1852 que George Cammann cria um modelo para produção comercial e que seria a base para todos os estetóscopios até os dia atuais. Desde então, vem surgindo novos aperfeiçoamentos e melhorias, tais como a melhor qualidade sonora, menor peso, diafragmas com tratamento especial que evitam a sensação de frio na pele do paciente etc. Atualmente o estetoscópio mais famoso é o <a href="http://products3.3m.com/catalog/br/pt002/healthcare/medical/node_XFL11F69V5ge/root_GSHL20G7FLgv/vroot_CCVKBDQSNNge/theme_br_medical_3_0/command_AbcPageHandler/output_html" target="_blank">Littmann</a>, criado no início dos anos 1960 pelo professor da <a href="http://www.hms.harvard.edu/" title="Havard Medical School" target="_blank">Escola de Medicina de Harvard</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/David_Littmann" title="Dr. David Littmann" target="_blank">Dr. Littmann</a>.</p>
<p>Quais os componentes de um estetóscopio?<img src="http://image.bayimg.com/magpnaabd.jpg" alt="Estetoscópio 2" align="right" height="192" width="192" /></p>
<p>O estetoscópio moderno é formado por 2 olivas feitas de borracha, que são encaixadas nos ouvidos. Hastes metálicas de aço inoxidável que vão das olivas até o tubo de borracha. Na parte final do instrumento encontra-se o diafragma, a membrana maior, usada para a ausculta de sons de frequência mais alta. No lado oposto ao diafragma está a campânula, usada para ausculta de sons mais graves (está ausente em alguns modelos de estetoscópios).</p>
<p>Alguns modelos mais modernos, os chamados estetoscópios eletrônicos, possuem sistema eletrônico de amplificação sonora, medidor de frequência cardíaca, registro digital da ausculta, dentre outra funções. Esses novos estetoscópios ainda são caros (cerca de R$ 3.000) mas acredito que se tornem o padrão no futuro.</p>
<blockquote><p>Atualmente o estetoscópio mais famoso é o Littmann, criado no início dos anos 1960</p></blockquote>
<p>Então finalmente o que os médicos ouvem através dos seus estetoscópios?</p>
<p>Provavelmente todo mundo já ouviu o som que o coração normal faz, algo semelhante a <a href="http://www.3m.com/intl/br/saude/saude_medico_hospitalar/download/som01.mp3" title="Ouça aqui." target="_blank">isso</a>. No entanto, o mais importante é identificar sons alterados para auxiliar no diagnóstico clínico de determinada patologia (doença). Apenas auscultando o coração, ou outro orgão como pulmões, é possível predizer o diagnóstico de inúmeras alterações fisiológicas, tais como taquicardia, estenose aórtica, regurgitação mitral, comunicação interatrial (CIA), defeito do septo interventricular (IV), pneumonia, enfisema pulmonar etc. Cada alteração fisiológica ou morfológica corresponde a uma alteração sonora, perceptível ao médico. <a href="http://www.3m.com/intl/br/saude/saude_medico_hospitalar/linksa1e5.html?link=sons" title="Ouça o que o médico ouve." target="_blank">Aqui</a> há alguns exemplos de sons ouvidos através de um bom estetoscópio.</p>
<p>Por ser um instrumento simples, leve, mas ao mesmo tempo de grande auxilio para o diagnóstico é que o estetoscópio se tornou o melhor amigo do médico e não vai sair tão cedo do pescoço dos doutores de plantão.</p>
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